
Os diversos bares espalhados por São Paulo são uma opção de diversão clássica para quem vive na cidade. Sem muito esforço, é possível achar um lugar para sentar, petiscar, beber e conversar com os amigos. Alguns estabelecimentos, entretanto, investem em nichos especiais ou decorações inusitadas para ganhar destaque. A criatividade é grande, e vai de locais com sala de reunião para executivos a mesas montadas em um antigo matadouro de animais.
Não existe ex-corno
Detector, carteirinha, carro e até oração dos cornos. Os itens fazem parte do Bar dos Cornos, instalado no bairro do Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. Em funcionamento desde 1988, o local é administrado por Fernando Ferreira, de 69 anos.
“Desde o começo eu já tinha duas cabeças de boi e outras coisas do nordeste penduradas no teto. Um funcionário também chamava todo mundo de ‘corno’. Quando as pessoas chegavam, tocávamos o sino e falávamos ‘chegou mais um corno’. Até que um dia saiu no jornal que era o Bar dos Cornos, e pegou”, explica Ferreira que, precavido, já patenteou nome.
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