
Tomar um porre é uma daquelas experiências bárbaras em que você fica mais descontraído, corajoso, criativo e atirado. A bebida pode lhe fazer dançar, "chegar junto" da menina mais gata do bar e ainda contar piadas escabrosas sem nenhuma vergonha. Por outro lado, você tende a ficar mais chato, escandaloso, geralmente terminando a noite enchendo o saco de quem está à sua volta, chamando-o de "meu melhor amigo".
O grande problema da bebida é que pouca gente consegue parar quando está chegando no limiar do inapropriado, mesmo porque quase ninguém sabe qual é o seu limite. Já foi provado que bebida não faz esquecer tristezas. Segundo cientistas japoneses, ela só reforça as memórias ruins. Por outro lado, pesquisadores noruegueses provaram que o consumo moderado de álcool, aliado a uma vida ativa e com exercícios físicos, faz você viver mais. Vai entender isso.
O pior, entretanto é o dia seguinte. Além da dor de cabeça, da língua peluda, e da incapacidade de se distinguir o que é direito e o que é esquerdo, o pobre bebum tem que ter enorme criatividade para justificar os vexames que deu na noite anterior. E existem inúmeras receitas para se evitar a ressaca, mas a verdade é que nenhuma vai funcionar se você "dobrou o cabo da boa esperança". O que vai curá-lo mesmo são o tempo e a ingestão de muito líquido (não alcoólico, diga-se de passagem).
Também é lenda que cada bebida dá uma ressaca diferente. Na realidade, os destilados são mais fortes que os fermentados e poderão causar mais estragos depois, mas tudo depende também do organismo de cada um. Em um divertidíssimo texto que circula na internet, atribuído ao cronista Luis Fernando Veríssimo, é mostrado o efeito de cada tipo de bebida no dia seguinte, com destaque ao licor de fios de ovos, cuja ressaca, segundo o autor, é o único caso de eutanásia permitido no Brasil.
E já que a bebida divide opiniões, mas é respeitada e celebrada por todos, o poeta e escritor Ulisses Tavares lança nesta próxima quarta-feira, na Livraria da vila, em São Paulo o livro HIC!STÓRIAS - Os maiores porres da história da humanidade. Em suas 271 páginas, Tavares mostra vários personagens históricos famosos por seu gosto por álcool e isso vai de textos bíblicos ao piloto Kimi Raikkonen, passando por Marco Antônio e Cleópatra, Walt Disney, Bukowski, Janis Joplin, Jim Morrison e muito mais.
O grande problema da bebida é que pouca gente consegue parar quando está chegando no limiar do inapropriado, mesmo porque quase ninguém sabe qual é o seu limite. Já foi provado que bebida não faz esquecer tristezas. Segundo cientistas japoneses, ela só reforça as memórias ruins. Por outro lado, pesquisadores noruegueses provaram que o consumo moderado de álcool, aliado a uma vida ativa e com exercícios físicos, faz você viver mais. Vai entender isso.
O pior, entretanto é o dia seguinte. Além da dor de cabeça, da língua peluda, e da incapacidade de se distinguir o que é direito e o que é esquerdo, o pobre bebum tem que ter enorme criatividade para justificar os vexames que deu na noite anterior. E existem inúmeras receitas para se evitar a ressaca, mas a verdade é que nenhuma vai funcionar se você "dobrou o cabo da boa esperança". O que vai curá-lo mesmo são o tempo e a ingestão de muito líquido (não alcoólico, diga-se de passagem).
Também é lenda que cada bebida dá uma ressaca diferente. Na realidade, os destilados são mais fortes que os fermentados e poderão causar mais estragos depois, mas tudo depende também do organismo de cada um. Em um divertidíssimo texto que circula na internet, atribuído ao cronista Luis Fernando Veríssimo, é mostrado o efeito de cada tipo de bebida no dia seguinte, com destaque ao licor de fios de ovos, cuja ressaca, segundo o autor, é o único caso de eutanásia permitido no Brasil.
E já que a bebida divide opiniões, mas é respeitada e celebrada por todos, o poeta e escritor Ulisses Tavares lança nesta próxima quarta-feira, na Livraria da vila, em São Paulo o livro HIC!STÓRIAS - Os maiores porres da história da humanidade. Em suas 271 páginas, Tavares mostra vários personagens históricos famosos por seu gosto por álcool e isso vai de textos bíblicos ao piloto Kimi Raikkonen, passando por Marco Antônio e Cleópatra, Walt Disney, Bukowski, Janis Joplin, Jim Morrison e muito mais.
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