quarta-feira, 22 de abril de 2009

Como as microcervejarias pretendem ganhar mercado

Que o brasileiro adora uma cervejinha gelada ninguém tem dúvida. E os números do mercado só confirmam isso. Nos últimos anos, o consumo da loira gelada no País manteve-se em torno de 10,3 bilhões de litros, volume que só fica atrás do registrado na China, de 35 bilhões de litros, nos Estados Unidos, com 23,6 bilhões de litros e, claro, na Alemanha, com 10,7 bilhões de litros. Mas, recentemente, uma conjunção de fatores vem impulsionando o segmento de cervejas especiais, aquelas que vão além do consagrado tipo Pilsen. A maioria é feita por microcervejarias espalhadas por todo Brasil, que registraram uma expansão considerável desde 2005. Somente no ano passado, o crescimento do segmento foi cerca de três vezes maior do que os 5% do mercado total de cervejas.

Mesmo respondendo por menos de 2% do volume total da bebida em todo o País, as cervejas especiais conquistam cada vez mais adeptos pelos sabores inusitados. E, assim como o vinho, começam a ganhar status dentro do mundo gourmet. Há três anos a mestre cervejeira Cilene Saorin dedicava 80% de seu tempo trabalhando em cervejarias. "Hoje 80% desse tempo é dedicado ao trabalho de beer sommelier, elaborando cartas de cerveja e harmonização com pratos para bares e restaurantes", explica a especialista. Essa virada em apenas três anos, segundo ela, deve-se à revolução realizada por alguns profissionais nas microcervejarias, que evoluem cada dia mais na elaboração de novos produtos.

Leia mais em: http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2453944,608,3,1

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